Categoria: Negócios

  • Região de São José do Rio Preto registra a criação de mais de 14,3 mil empresas em 12 meses

    Região de São José do Rio Preto registra a criação de mais de 14,3 mil empresas em 12 meses

    Região se destaca entre as que mais abriram empresas e MEIs no Estado, segundo levantamento da Fundação Seade

    Estudo da Fundação Seade, com base nos dados do CNPJ, da Receita Federal, aponta que a região administrativa de São José do Rio Preto teve a criação de 14.302 empresas entre abril de 2024 e março de 2025.

    No mesmo período, o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) também foi elevado: foram 26.560 registros na região administrativa de São José do Rio Preto.

    Para mais informações da região, incluindo dados de cada município, acesse o link da pesquisa.

    Estado de SP

    Em março de 2025, no estado de São Paulo foram criadas 35.151 empresas, segundo o levantamento da Fundação Seade, com base nos dados do CNPJ, da Receita Federal. Na comparação com o mês imediatamente anterior, houve retração de 13,3%, quando o total de empreendimentos alcançou 40.521 novos negócios.

    Entre fevereiro e março, todos os setores apresentaram queda no desempenho. O setor de serviços recuou 14,6%, passando de 28.980 para 24.745 novas empresas, seguido pela indústria (-13,9%), construção (-13,1%), comércio (-8,2%) e agropecuária (-6,5%).

    12 meses

    De abril de 2024 a março de 2025, o estado de São Paulo registrou a abertura de 516.767 empresas no acumulado dos últimos 12 meses. O setor de serviços liderou, com 358.548 novos empreendimentos, correspondendo a 69,4% do total. O comércio ocupou a segunda posição, com 105.518 empresas. Em seguida aparecem indústria (23.643), construção (26.639) e agropecuária (2.419).

    Por regiões, quem liderou a criação de empresas no acumulado dos últimos 12 meses foi a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), com 307.356, representando 59,5% do total do Estado. Na sequência, aparecem em destaque as regiões administrativas de Campinas (67.873), Sorocaba (23.261) e São José dos Campos (22.927). Outras regiões em evidência são Santos (16.242), Ribeirão Preto (14.651), São José do Rio Preto (14.302) e Bauru (8.641).

    Microempreendedores Individuais (MEIs)

    Em março de 2025, o Estado de São Paulo registrou 85.268 novos MEIs, representando uma leve retração de 0,8% em relação a fevereiro (85.972). O setor de serviços foi responsável por 57.097 novos MEIs em março de 2025, seguido por comércio (14.695), construção (5.956), indústria (7.142) e agropecuária (378).

    Sobre o Seade

    Há mais de 40 anos, o Sistema Estadual de Análise de Dados é referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas do Estado de São Paulo.

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAGuXAm1lTE/

  • Gestão de recebíveis em pequenas indústrias: 9 recomendações!

    A gestão de recebíveis em pequenas indústrias é um dos pilares mais críticos para a sobrevivência e o crescimento do setor fabril.

    Neste guia, você encontrará 9 recomendações práticas para organizar suas contas a receber e manter o fluxo de caixa saudável. Acompanhe!

    Confira 9 recomendações para uma boa gestão de recebíveis em pequenas indústrias

    1. Estruture uma política de crédito clara

    O primeiro passo para uma gestão de recebíveis em pequenas indústrias eficiente é definir regras objetivas para concessão de crédito a clientes.

    Estabeleça limites financeiros por comprador, prazos máximos de pagamento e critérios de aprovação baseados em análise de risco. Pequenas indústrias enfrentam um desafio recorrente: prazos longos de pagamento de clientes B2B combinados com despesas operacionais fixas.

    Para manter o capital de giro saudável, muitas têm recorrido a soluções como a Siscobra para estruturar a cobrança, controlar vencimentos, automatizar a régua de contato com cada cliente e reduzir o tempo médio de recebimento dos títulos.

    Documente formalmente essa política e compartilhe com toda a equipe comercial, evitando negociações individuais que fogem ao padrão.

    Uma política bem desenhada reduz drasticamente a inadimplência e dá previsibilidade ao fluxo de entradas. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias começa muito antes da venda, na hora de aprovar o cliente.

    2. Conheça profundamente seus clientes

    Não adianta ter uma política de crédito se você não conhece o histórico financeiro e o comportamento de pagamento de cada comprador. Mantenha cadastros completos com dados como CNPJ, endereço, telefones, referências comerciais e tempo de relacionamento.

    A gestão de recebíveis em pequenas indústrias exige que você classifique os clientes por nível de risco: os pontuais, os esporádicos e os problemáticos.

    Atualize essas informações periodicamente, pois a saúde financeira de uma empresa pode mudar rápido.

    Utilize ferramentas de consulta a cadastros negativos como SPC e Serasa antes de liberar crédito pela primeira vez. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias se torna muito mais precisa quando você tem dados confiáveis sobre quem está comprando.

    3. Emita notas fiscais e boletos com agilidade

    A demora na emissão de documentos fiscais é uma das principais causas de atraso no recebimento, pois o cliente só paga após receber a nota.

    Padronize o processo de faturamento logo após a expedição da mercadoria, utilizando sistemas integrados ao ERP. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias ganha eficiência quando a nota fiscal sai no mesmo dia da entrega.

    Garanta que todos os dados da nota estejam corretos, evitando devoluções e retrabalho que atrasam ainda mais o pagamento.

    Envie o boleto junto com a nota por e-mail e também por WhatsApp, aumentando as chances de o cliente quitar no vencimento. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias depende de uma logística documental impecável e ágil.

    4. Monitore vencimentos diariamente

    Não espere o boleto vencer para começar a se preocupar com o recebimento; crie uma rotina de monitoramento diário.

    Utilize planilhas ou sistemas que mostrem todos os títulos a vencer nos próximos dias e já a partir de hoje. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias eficaz inclui um alerta automático para cada vencimento, com pelo menos três dias de antecedência.

    Separe os clientes por porte e histórico para priorizar o acompanhamento dos mais críticos. Tenha uma pessoa ou equipe dedicada exclusivamente a essa tarefa de vigilância financeira.

    A gestão de recebíveis em pequenas indústrias não pode ser terceirizada para a sorte ou para a memória do gestor.

    5. Automatize a cobrança com ferramentas especializadas

    A cobrança manual, feita por telefone ou e-mail individual, consome tempo e perde eficácia quando o volume de títulos cresce.

    Invista em softwares que disparam lembretes automáticos por SMS, WhatsApp e e-mail em datas programadas. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias se beneficia imensamente da automação, que reduz o desgaste da equipe.

    Crie uma régua de cobrança escalonada: lembrete antes do vencimento, aviso no dia, alerta após três dias e cobrança formal após uma semana.

    Ferramentas integradas aos boletos permitem que o cliente pague com um clique, acelerando a quitação. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias automatizada libera tempo para análise estratégica em vez de tarefas operacionais.

    6. Negocie prazos com fornecedores para alinhar com recebíveis

    Um grande erro de pequenas indústrias é comprar matéria-prima com prazo curto enquanto vende com prazo longo, gerando descompasso financeiro.

    Busque negociar com seus fornecedores prazos que estejam alinhados ao ciclo médio de recebimento dos seus clientes. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias deve ser pensada em conjunto com a gestão de pagamentos, como duas faces da mesma moeda.

    Ofereça garantias como cheques pré-datados ou aval bancário para conseguir condições mais alongadas.

    Se o fornecedor não puder estender o prazo, negocie descontos para pagamento à vista e calcule se compensa. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias equilibrada depende de uma negociação inteligente com toda a cadeia produtiva.

    7. Ofereça descontos para pagamento antecipado

    Uma estratégia comprovada de incentivo à quitação rápida é conceder descontos financeiros para clientes que pagam antes do vencimento.

    Calcule qual taxa de desconto ainda é vantajosa para sua indústria, considerando o custo de oportunidade do dinheiro. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias que adota essa prática costuma reduzir significativamente o prazo médio de recebimento.

    Comunique essa política com clareza na nota fiscal e nos lembretes de cobrança, destacando o benefício financeiro.

    Acompanhe se o desconto está realmente gerando resultado ou se é apenas um custo extra sem retorno. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias com incentivos positivos é mais eficaz do que apenas cobranças punitivas.

    8. Tenha um plano B para inadimplência persistente

    Mesmo com todos os cuidados, alguns clientes vão atrasar ou deixar de pagar, e sua indústria precisa estar preparada para isso.

    Estabeleça um fluxo de negociação para casos de inadimplência, com prazos, juros e possibilidade de parcelamento. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias inclui uma reserva financeira para cobrir perdas eventuais com calotes.

    Considere a contratação de uma agência especializada em cobrança para casos mais complexos, avaliando o custo-benefício.

    Não tenha medo de recorrer a medidas judiciais quando o valor da dívida justificar o processo. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias realista sabe que haverá perdas e prepara-se para minimizá-las.

    9. Analise indicadores de performance mensalmente

    Para melhorar continuamente sua gestão, você precisa medir e monitorar métricas como prazo médio de recebimento (PMR) e inadimplência total.

    Calcule o PMR de cada cliente e da carteira como um todo, comparando com o prazo médio do seu setor. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias só evolui com base em dados concretos e análise crítica periódica.

    Identifique quais clientes estão puxando seus indicadores para baixo e crie planos de ação específicos para eles.

    Compartilhe esses números com a equipe comercial, pois eles são diretamente influenciados pelas negociações de venda. A gestão de recebíveis em pequenas indústrias orientada por KPIs transforma a área financeira em um centro de inteligência estratégica. Até a próxima!

  • Clientes recorrentes: 9 dicas para transformar a primeira visita em hábito!

    Clientes recorrentes são fundamentais para negócios que desejam construir um faturamento mais previsível e depender menos da conquista constante de novos consumidores. Uma primeira experiência positiva pode abrir caminho para novas visitas, recomendações e uma relação mais duradoura com a marca.

    Conquistar clientes recorrentes não depende apenas de descontos ou programas de pontos. Atendimento, qualidade, conveniência, reconhecimento e consistência precisam funcionar juntos para que retornar ao estabelecimento pareça uma escolha natural, e não uma decisão que o consumidor precisa reconsiderar a cada compra.

    Confira 9 dicas para transformar a primeira visita em hábito e ganhar clientes recorrentes

    1. Reconheça quem volta ao estabelecimento

    Reconhecer consumidores é uma das maneiras mais simples de criar proximidade sem tornar o atendimento artificial. Saber preferências, lembrar escolhas anteriores e perceber quando alguém retorna demonstra atenção e ajuda a transformar uma relação puramente comercial em uma experiência mais pessoal.

    Fidelizar depende de reconhecer o cliente. Ambientes que operam com um sistema de comandas digitais para bares guardam o histórico de consumo, permitindo antecipar o pedido de sempre e criar proximidade.

    A tecnologia pode ajudar na conquista de clientes recorrentes, mas os dados precisam ser utilizados de maneira responsável e compatível com as regras aplicáveis. O objetivo é facilitar o atendimento e compreender preferências, evitando abordagens invasivas ou que provoquem desconforto.

    2. Entregue uma experiência consistente

    Uma ótima primeira visita perde parte do valor quando a segunda experiência é completamente diferente. Para conquistar clientes recorrentes, qualidade do produto, atendimento, limpeza, organização e tempo de espera precisam manter um padrão razoavelmente previsível ao longo dos dias.

    Padronizar não significa transformar o atendimento em algo mecânico. Significa estabelecer processos que garantam os pontos essenciais da experiência, permitindo que cada funcionário saiba o que precisa acontecer desde a chegada do consumidor até o encerramento do atendimento.

    Quando o público sabe aproximadamente o que encontrará, retornar envolve menos risco. Essa confiança é especialmente importante em restaurantes, bares, salões, lojas e outros estabelecimentos nos quais pequenas falhas podem modificar significativamente a percepção sobre o serviço.

    3. Facilite a próxima compra

    Quanto mais simples for voltar, maiores são as chances de conquistar clientes recorrentes. Processos demorados, dificuldades para reservar, filas desnecessárias ou sistemas de pagamento confusos criam barreiras que podem levar o consumidor a procurar uma alternativa mais conveniente.

    Analise cada etapa da jornada e procure pontos que exigem esforço desnecessário. Agendamento online, pedidos digitais, pagamentos rápidos e informações claras sobre funcionamento são exemplos de recursos que podem facilitar a decisão de retornar ao estabelecimento.

    A conveniência ganha ainda mais importância quando concorrentes oferecem produtos semelhantes. Muitas vezes, o consumidor escolhe não apenas pelo preço, mas pela facilidade de resolver aquilo que precisa sem enfrentar etapas confusas ou perder tempo desnecessariamente.

    4. Crie um programa de fidelidade simples

    Programas de fidelidade podem ajudar a desenvolver clientes recorrentes quando as regras são fáceis de entender e as recompensas realmente possuem algum valor. Sistemas excessivamente complicados podem produzir o efeito contrário e fazer o consumidor desistir antes mesmo de participar.

    Uma estratégia simples pode oferecer pontos por compras, benefícios depois de determinado número de visitas ou vantagens exclusivas para consumidores cadastrados. O formato deve ser compatível com a frequência de compra e com a margem disponível no negócio.

    Também é importante evitar exigir uma quantidade exagerada de informações para realizar o cadastro. Quanto mais rápido for o processo, menor será a barreira de entrada e mais fácil será explicar ao público como as recompensas funcionam.

    5. Resolva problemas rapidamente

    Até empresas bem organizadas cometem erros, e a maneira como respondem pode influenciar diretamente a formação de clientes recorrentes. Ignorar uma reclamação ou discutir com o consumidor tende a ampliar um problema que poderia ser solucionado rapidamente.

    A equipe precisa saber quais situações consegue resolver imediatamente e quais dependem de um responsável. Essa autonomia evita que pequenos problemas passem por várias pessoas antes de uma decisão, aumentando o tempo de espera e a frustração.

    Ouvir a reclamação também fornece informações importantes sobre falhas internas. Quando diferentes consumidores relatam o mesmo problema, provavelmente existe um processo que precisa ser revisado, e não apenas uma sequência de casos isolados.

    6. Personalize sem exagerar

    Personalização pode fortalecer a relação com clientes recorrentes quando utiliza informações relevantes para tornar o atendimento mais conveniente. Recomendações baseadas em preferências anteriores, por exemplo, podem ser mais úteis do que mensagens genéricas enviadas indiscriminadamente para toda a base.

    O cuidado está em não ultrapassar limites. Dados pessoais e históricos de consumo devem ser tratados com responsabilidade, enquanto comunicações promocionais precisam respeitar as preferências do consumidor e as regras aplicáveis ao relacionamento.

    Uma personalização eficiente muitas vezes é bastante simples. Lembrar uma preferência manifestada pelo próprio cliente ou apresentar uma novidade relacionada às compras anteriores pode demonstrar atenção sem criar a sensação de monitoramento excessivo.

    7. Mantenha contato depois da primeira visita

    A relação não precisa terminar quando o consumidor sai do estabelecimento. Um contato posterior pode ajudar a criar clientes recorrentes, especialmente quando oferece algo realmente útil, como novidades, disponibilidade de produtos, conteúdos relevantes ou benefícios relacionados às preferências demonstradas.

    O excesso de mensagens, porém, pode transformar uma estratégia de relacionamento em incômodo. Frequência e conteúdo precisam ser planejados para que a comunicação tenha motivo claro, evitando promoções repetitivas enviadas apenas para manter a marca aparecendo.

    Também é importante oferecer maneiras simples de controlar ou interromper comunicações promocionais. Respeitar a escolha do consumidor fortalece a confiança e ajuda a construir uma relação mais saudável no longo prazo.

    8. Treine a equipe para criar boas experiências

    Funcionários têm contato direto com o público e exercem influência significativa sobre a decisão de voltar. Educação, conhecimento sobre produtos, capacidade de solucionar dúvidas e agilidade no atendimento podem transformar uma experiência comum em algo que o consumidor queira repetir.

    Treinamento precisa ir além de decorar frases prontas. A equipe deve compreender os padrões do estabelecimento, saber como agir diante de problemas e ter informações suficientes para orientar consumidores sem precisar buscar um gerente para cada dúvida simples.

    Também vale ouvir os próprios funcionários, pois eles observam diariamente perguntas, reclamações e comportamentos do público. Essas informações podem revelar oportunidades de melhorar processos e eliminar pequenos atritos que a gestão não percebe diretamente.

    9. Dê motivos concretos para o cliente retornar

    Uma boa experiência pode gerar uma segunda visita, mas novidades e benefícios ajudam a manter o relacionamento ao longo do tempo. Produtos sazonais, eventos, lançamentos, condições especiais ou pequenas mudanças no cardápio são maneiras de criar novos motivos para retornar.

    Isso não significa oferecer descontos continuamente. Quando a única razão para voltar é pagar menos, existe o risco de o consumidor migrar assim que encontrar uma promoção melhor em outro estabelecimento, dificultando a construção de fidelidade verdadeira.

    Transformar uma primeira visita em hábito exige consistência e atenção aos detalhes durante toda a jornada. Quando qualidade, conveniência e atendimento funcionam de maneira integrada, retornar deixa de depender apenas de incentivos e passa a fazer parte naturalmente das escolhas do consumidor.